Peixes Ornamentais em Aquário

Pomacea bridgesi
Ampulária Dourada (Apple Snail)

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Fotos & Comentários

Pomacea_bridgesi_3.jpg (13kb)
Photo Credit: Luciano Vieira

Nome: Pomacea bridgesi
Origem: Brasil (Sudeste) até Argentina

Comp Aqua pH Temp
6 cm 30 L 7.2 25°C

Comentário

Pomacea_bridgesi_4.jpg Essa criatura é excelente para a saúde do aquário. Depois de muitos problemas com o crescimento descontrolado de algas, resolvi formar um batalhão de elite para auxiliar na limpeza, qual seja, uma ampulára e quatro limpa-vidros. O resultado foi excelente. Obviamente que continuo com as intervenções semanais de troca parcial (25%) de água e faxina em geral. Entretanto o ecossistema está sob controle. Meu aqua tem 60 litros, pH 7,0, GH 5,5 (água mole), KH 4, 26°C, iluminação média e é bem plantado. As plantas estão intactas.

Contributed by Luciano Vieira
Comentário

Devem ser mantidos em águas de pH 7,0 a 7,5 e dureza média, ou seja, com compostos de cálcio dissolvidos. São excelentes comedores de algas, restos de comida e peixes mortos. Atenção para o fato de existir apenas uma espécie (P. bridgesi) que não se alimenta das plantas, ela se apresenta com os espirais da concha juntando-se em ângulo reto, e normalmente é a que encontramos nas lojas. Colocam seus ovos em locais úmidos mas nunca submersos, o aquário de reprodução deve ser tampado para manter o ar úmido. Esta espécie não é hermafrodita, necessitam formar um casal para a reprodução. Mantenho dois exemplares em aqua plantado com pH 6,6 mas tenho de fazer um rodízio de aquário, passando-os periodicamente para um aqua de águas alcalinas, em relação aos outros estes apenas tiveram o crescimento um pouco prejudicado.

Contribuído por Denisson
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Já tive vários espécimes, todos viveram muito tempo, coisa de dois a três anos. São ótimos comedores de limo e algas, porém há pessoas que dizem que eles são prejudiciais para as plantas. Mas eu sempre tive plantas em meu aquário e nunca os vi destruindo-as. A única dúvida que tenho, é a respeito de sua concha, pois ela se desmineraliza ao passar dos anos, até que ele fique sem a "portinha da concha", da qual precisa para que possa se fechar em caso de ataques. Porem este processo é muito lento, deve ser por alguma carência de cálcio.

Contribuído por Fredy
Comentário

Comprei um exemplar deste caramujo há dois anos em uma loja, Logo fiquei sabendo tratar-se de uma especei hermafrodita. Em pouco mais de dois meses eu tinha nada menos que 32 novos habitantes no meu aquario. Dei quase todos, só ficando com 12. Cada vez que faziam o casulo (tipo de ninho) eu retirava do aquário, só assim consegui controlar a população. Porém um fato curioso chamou minha atenção: coloquei 2 exemplares no aquário comunitario (150x40x50) e os outros 10 em um aquário (60x30x30) que não dou o mesmo tratamento que o outro. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que a população havia aumentado muito, mas que os velhos morrem para servir de alimento aos mais novos, mantendo assim a propagação da especie. Observei esta espécie por quase um ano e o fenômeno se repetiu cada vez que as condições se tornavam caóticas no meio que viviam. É uma especie muito curiosa que controla a sua subida e descida através de uma descompresão de ar. Sua movimentação na água assim como nos vidros é fascinante. Come todos os peixes que vierem a morrer no aquário, garantindo assim uma boa limpeza do aquário em caso de viajens. Seu único inconveniente é comer os ovos dos peixes quando livram as folhas das plantas das algas.

Contribuído por Yulo Cezzar
Comentário

Tive dois indivíduos dessa espécie por um tempo em meu aquário amazônico. Meus pacus-vermelhos tinham uma tendência de atacar suas antenas, mas me desfiz desses peixes e as ampulárias viveram felizes por vários meses. São ótimas para remover algas do vidro e de pedras, e sua cor brilhante é decorativa. Adoram também a ração Tetra PlecoMin, de fundo, e ao detectar uma pastilha avançam para ela mais depressa do que seu "passo" normal. Quando não há algas ou ração, raspam as folhas das plantas submersas, então cuidado com sua alimentação. O único problema é que a acidez da água do meu aqua (pH em torno de 6,2) parece ter corroído aos poucos as suas cascas calcáreas. Depois de meses lá dentro, elas começaram a perder a cor e então surgiram fissuras e furos nas cascas. Pode ser que faltasse cálcio na alimentação. Acabaram morrendo. Pode ser também que tenham se enfraquecido por a temperatura ser bem mais alta (28°C) do que o seu ambiente selvagem. Alguns remédios também podem fazer mal a moluscos, mas a bula sempre informa isso. Para ter moluscos de casca, recomendo água alcalina. Mas os ciclídeos africanos do meu (agora desativado) aqua alcalino ficavam beliscando as coitadas toda vez que saíam da casca, então evite essa combinação. As ampulárias são criaturas dóceis e úteis, consumindo algas e fazendo seus longos passeios intermináveis por todo o aquário. Têm uma tampinha escura que fecha a abertura da casca quando se recolhem, o que as protege muito bem de ataques de peixes (menos os muito ávidos, como os pacus ou os ciclídeos africanos).

Contribuído por Tomás de Paula
Comentário

Tenho dois Ampularias, são muito úteis e também interessantes. Acho que respiram fora da agua também, pois as minhas costumam amanhecer no chão da sala, andando. Nao fazem mal algum aos peixes, a não ser tomar a atenção das pessoas, que ao invés de admirar os peixes ficam admiradas com as Ampulárias. Nunca fizeram mal algum às minhas plantas.

Contribuído por Elaine Lacerda



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