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Nome: Farlowella acus (e outros) |
| Comp |
Aqua | pH | Temp |
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Origem: Sul da Amazônia |
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15 cm |
80 L |
6.5 |
25°C |

***Nota: existem mais de 20 espécies diferentes dentro do gênero Farlowella, que no entanto são similares em tamanho e condições de criação em cativeiro, por isso manteremos todas juntas nesta página por enquanto.

Adquiri um peixe galho há uns 2 meses. O que me levou a comprá-los foi a sua estranha forma, literalmente e um pedaço de galho seco. Esse peixe é formidável como limpador de plantas, pedras e do prórpio vidro do aquário. Sua principal e única alimentação que tenho notado são as algas. Ele adora ficar lá paradão na dele. Não é agressivo, nem territorial, não mexe com nenhum peixe de seu aquário. Deve-se tomar cuidado com os peixes agressivos, pois é pressa fácil devido a dificuldade de movimentação. Agora também é ótimo em camuflagem, perto de um tronco você nem nota que tem tal peixe em seu aquário. Dizia-se que era difícil mantê-lo, só que os dois que comprei estão muito bem aqui. São ótimos limpadores como os acaris.

Concordo que este animal seja de extraordinária e exótica beleza. Porém é válido também ressaltar que tal criatura corre sério risco de extinção, pois é encontrado apenas em alguns afluentes da Bacia Amazônica, que estão sendo garimpados e sofrem o açoreamento, mas a principal ameaça é a exploração desregrada deste espécime (de extrema fragilidade), principalmente para exportação. O mais preocupante é que quase todos peixes explorados para fins ornamentais na amazônia correm risco de desaparecer de seu ambiente natural, inclusive peixes tão comuns em aquários como neons ou acarás-disco...imaginem o peixe-galho.

Sobre estes peixes deve ser falado que certas medicações usadas por aquaristas são letais a eles, por exemplo os anti-ictio. Moro na Região Norte, tenho capturado exemplares desta espécie para meu aquário, e concluí que os mesmos devem ser criados em aquários altamente equilibrados e plantados. Eles estão presentes em dois meios na natureza, nas águas correntes em pedras, e em lugares que chamamos de iguapó (águas em putrefação após a baixa do rio).
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