Peixes Ornamentais em Aquário

Misgurnus anguillicaudatus
Dojô

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Fotos & Comentários

Misgurnus_anguillicaudatus_3.jpg (28kb)
Fotografia: Marcos Avila
Comentário

Estes peixes são muito comuns aqui onde moro, tendo várias colorações à disposição e até variantes da espécie com formatos diferentes do corpo, barbatanas e cabeça, mas com comportamentos idênticos. Eles têm uma grande facilidade de se enterrarem sob o cascalho, mas não ficam satisfeitos por muito tempo e logo saem à procura de outro local para remexer. Como resultado, temos plantas boiando e pedras esparramadas por todos os lados, fora a barulheira que aprontam durante a noite. Costumam subir para buscar ração e seu modo de nadar é simplesmente incomparável, ainda mais se tiver uns três ou mais. Em resumo, para quem gosta de peixes agitados e exóticos, são ótima opção, mas se você quer um aquário calmo e sem novidades na decoração, fique bem longe dos dojôs. Ah, quase me esqueci, eles não gostam muito de ficarem presos. Sendo assim, lacre bem seu aqua, e se ficar um furinho mínimo, pelo qual você tem certeza de que ele não passa, acredite, ele vai passar!

Contribuído por José Luiz Garcia
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Já faz dois anos que tenho o Dojo, infelizmente um deles morreu por suicídio. Ao longo dos tempos percebi que quando há alimentos no cascalho ele não pára de remexê-lo, então coloquei areia grossa e lavada sobre o cascalho, e o bichinho parece que ficou meio triste, por perder sua comida. Doravante ele se alimenta na superfície da água e não remexe mais o cascalho. Um dia, incrível, meus pequenos primos vieram bem cedo à minha casa, foram à sala, e encontraram quem mais, quem menos, a 4 metros do aquário? Meus primos correram até a mim e fui verificar; ele estava seco e meio duro, porém vivo! Não sei há quanto tempo já estava por lá, mas estava todo empoeirado e com alguns fios de cabelo...então coloquei-o de volta ao aquário. Ficou todo torto, porém em dois dias de repouso constante no fundo do aquário ele voltou ao normal....mas sem pular do aquário, até agora...

Contribuído por Fábio Uehara
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Tive dois dojôs desde o começo de meu aquário. Com o passar do tempo e após adiquirir outras espécies, infelizmente causei um grande estress nos coitadinhos. O pior é que eles tinham cantinhos bem escuros no aquário para ficar, mas mesmo assim aconteceu o inesperado para essa espécie. Encontrei meu acará pérola morto, ok, tudo bem, mas sem um olho. Pensei que fosse o Barbus odessa, o mais agressivo dos meus peixes. Depois vi a catástrofe, o dojô atacando bem o olho do meu acará bandeira, peguei no pulo, mas logo o peixinho morreu. Mesmo assim, não o tirei do aquário até que encontrei o meu acará marmorato sem os dois olhos. Acredito que os dojôs odeiam essa espécie, ou apenas os meus, o que é bem interessante, mas triste. Coloquei o danadinho no aquário junto da minha lagosta vermelha, mas no dia seguinte o encontrei morto no chão da sala e o outro desapareceu. Infelizmente tinha uma pequena frestinha que não percebi.

Contribuído por Daruska Cardim
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Tenho dois dojôs jovens e a minha irmã tem também dois, porém já os adquiriu adultos (17 cm cada). Todos são inteligentes, alegres e ativos, mesmo durante o dia. Os da minha irmã aceitam alimento na boca, depois das refeições chegam até deitar em sua mão aceitando carinho. Já tive dois que vieram a se suicidar, pularam do aquário. Fiz tampas sob encomenda para que este desastre não aconteça novamente. Apesar de termos várias outras espécies, esta raça é a nossa preferida!

Contribuído por um visitante
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Temos seis dojos. Apesar de seu lugar favorito no aquário ser o filtro adoramos eles. São ágeis e medrosos, ficam quase sempre enterrados, a não ser na hora da refeição. São bons, pois limpam o fundo e não maltratam os outros peixes.

Contribuído por Pedro e Will
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O dimorfismo sexual do Dojo é notado à primeira vista pela diferença do tamanho das nadadeiras laterais: as nadadeiras do macho são maiores que as da fêmea. O cruzamento dos Dojos é realizado acompanhado de um bailado bastante interessante, onde macho e fêmea nadam juntos e, ao subirem, se entrelaçam. Quando descem, o macho dá uma volta no aquário, e se junta novamente à fêmea, até repetirem por várias vezes o ato nupcial.

Contribuído por Carlos Barreto



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