Peixes Ornamentais em Aquário

Poecilia reticulata
Lebiste Selvagem, Guaru, Guaruzinho, Barrigudinho

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Fotos & Comentários

Poecilia_reticulata_1.jpg (15kb)
Photo Credit: Renato Falsin
Comentário

Comecei no hobby com esses peixes também, mas na época não sabia que eram Lebiste, adorava eles, sempre muito ativos e divertidos, realmente a reprodução é bem abundânte, prefiro os selvagens do que os de cativeiro, não que estes não sejam bonitos, mas é que o meu intuito é trazer um pedaço da natureza para dentro de casa e nada como exemplares selvagens para compatibilizar meu ideal.

Contribuído por Diogo Roberto Candia
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Crio peixes há uns treze anos e nenhuma espécie me fascina mais do que o guaru (lebiste). Crio tanto o selvagem quanto o doméstico, mas a minha preferência é sempre o selvagem. Assim vale também para espadas, platys e molinésias. Meus primeiros guarus foram capturados em uma pequena vala de água da chuva perto da minha casa, desde então não parei de criá-los. Tenho três tanques onde os crio junto com espadas e molinésias. São tão resistentes e adaptáveis que em meu tanque ocorre a queda de folhas secas, o que acidifica a água, mas nada disso os afeta. Eu os alimento com ração canina (risos) e sempre mostrou bons resultados!

Contribuído por Luiz Paulo
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Crio Lebiste há mais de dois anos. Há uns oito meses capturei em um riacho perto de minha casa alguns selvagens, e cruzei com domésticos. O resultado foi fenomenal, alguns ficaram com certas tonalidades de cores que eu nunca tinha visto em um Lebiste. Para ter um alto índice de reprodução, utilizei em meu aquário diversas plantas e em muita quantidade, o que dava esconderijo para alevinos se protegerem dos adultos. Também utilizei um pH 7,1 que faz com que algas se desenvolvam, o que é bom para alevinos, mas para controlar utilizei um cascudo. O resultado foi que fiquei com tantos peixes que montei um lago para eles e no aquário só ficaram os mais exóticos.

Contribuído por João Paulo Mader
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Já tive muitos guarús (Lebistes Selvagens), criei mais de 30. São peixes pacíficos e na maior arte do tempo vivem na superfície do aquário, ou mais ou menos em meia água. Sua reprodução é fácil e o dimorfismo sexual também, o macho possui cores no corpo (elas podem ser azuis, laranjas, rozas, etc.) e também uma pinta preta dos dois lados. Já a fêmea não possui cores, e também ela passa a ser maior que o macho. Sua aparência parece ser fraca, mas por outro lado, eles são peixinhos muito resistentes a doenças. Os Lebistes Selvagens que eu tive viviam em pH entre 7.1 a 7.3.

Contribuído por Lucas Henrique

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