Peixes Ornamentais em Aquário

Poecilia reticulata
Lebiste Selvagem, Guaru, Guaruzinho, Barrigudinho

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Fotos & Comentários

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Photo Credit: Renato Falsin
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Fui viajar para Águas de São Pedro. Lá existe uma lagoa onde capturei meus lebistes selvagens. Até a pouco tempo não sabia que eles eram lebistes, me informaram que era. Eles são peixes pacíficos, ficam misturados alevinos com adultos, coisa que jamais aconteceria com os lebistes normais. Há uma coisa em comum entre os dois lebistes: eles são muito férteis. Coloquei 7 lebistes selvagens em um pequeno lago e há pouco tempo fui ver que eles eram 27.

Contribuído por Fernando Furlan leme
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Comecei no hobby com esses peixes também, mas na época não sabia que eram Lebiste, adorava eles, sempre muito ativos e divertidos, realmente a reprodução é bem abundânte, prefiro os selvagens do que os de cativeiro, não que estes não sejam bonitos, mas é que o meu intuito é trazer um pedaço da natureza para dentro de casa e nada como exemplares selvagens para compatibilizar meu ideal.

Contribuído por Diogo Roberto Candia
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Crio peixes há uns treze anos e nenhuma espécie me fascina mais do que o guaru (lebiste). Crio tanto o selvagem quanto o doméstico, mas a minha preferência é sempre o selvagem. Assim vale também para espadas, platys e molinésias. Meus primeiros guarus foram capturados em uma pequena vala de água da chuva perto da minha casa, desde então não parei de criá-los. Tenho três tanques onde os crio junto com espadas e molinésias. São tão resistentes e adaptáveis que em meu tanque ocorre a queda de folhas secas, o que acidifica a água, mas nada disso os afeta. Eu os alimento com ração canina (risos) e sempre mostrou bons resultados!

Contribuído por Luiz Paulo
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Crio Lebiste há mais de dois anos. Há uns oito meses capturei em um riacho perto de minha casa alguns selvagens, e cruzei com domésticos. O resultado foi fenomenal, alguns ficaram com certas tonalidades de cores que eu nunca tinha visto em um Lebiste. Para ter um alto índice de reprodução, utilizei em meu aquário diversas plantas e em muita quantidade, o que dava esconderijo para alevinos se protegerem dos adultos. Também utilizei um pH 7,1 que faz com que algas se desenvolvam, o que é bom para alevinos, mas para controlar utilizei um cascudo. O resultado foi que fiquei com tantos peixes que montei um lago para eles e no aquário só ficaram os mais exóticos.

Contribuído por João Paulo Mader
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Já tive muitos guarús (Lebistes Selvagens), criei mais de 30. São peixes pacíficos e na maior arte do tempo vivem na superfície do aquário, ou mais ou menos em meia água. Sua reprodução é fácil e o dimorfismo sexual também, o macho possui cores no corpo (elas podem ser azuis, laranjas, rozas, etc.) e também uma pinta preta dos dois lados. Já a fêmea não possui cores, e também ela passa a ser maior que o macho. Sua aparência parece ser fraca, mas por outro lado, eles são peixinhos muito resistentes a doenças. Os Lebistes Selvagens que eu tive viviam em pH entre 7.1 a 7.3.

Contribuído por Lucas Henrique
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Há 2 anos atrás eu peguei 15 alevinos de lebistes selvagens num lago perto de minha casa (em São Paulo), eu coloquei todos num aquário de 50 L. Hoje tenho 3 aquários de 50 L para os lebistes selvagens, 1 para os alevinos e 2 para os adultos. Esses peixes são alegres e resistentes as doenças, para manter a saúde deles eu deixo a água sempre limpa e dou uma boa alimentação. A maior parte dos meus peixes são lebistes domésticos, mas gosto também de criar os selvagens porque eles tem uma beleza diferenciada.

Contribuído por Rodrigo Rodrigues
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Cheguei a ter mais de cem desses lindos peixes, tanto os selvagens quanto os domésticos. Tive o cruzamento das duas raças, as cores se diferenciaram muito, porém a cauda comprida desapareceu. Infelizmente não me agradou, acabei por doá-los, e estou reiniciando a criação apenas com os domésticos.

Contribuído por Fernando Meneses

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