Peixes Ornamentais em Aquário

Phalloceros caudimaculatus
Guaru Cauda Manchada, Caudo

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Fotos & Comentários

Phalloceros_caudimaculatus_1.jpg (22kb)
Fotografia: Gabriel Jaya

Nome: Phalloceros caudimaculatus
Comp AquapHTemp
Origem: Rio de Janeiro até Argentina
4 cm 40 L 7.4 22°C

Comentário

Peixe encontrado com facilidade em pequenos rios e riachos no Brasil. Parente dos guppys, espadas e platis. Muito parecido com o guppy selvagem e Poecilia vivipara. Os machos dessa espécie são menores que as fêmeas, chegando aos 3,5 cm apenas, e apresentam um órgão copulador chamado gonopódio (o nome Phalloceros literalmente significa "pênis chifre", uma referência ao gonopódio proeminente dessa espécie com ponta em gancho). São onivíparos e se reproduzem sexualmente. Se alimentam de algas, pequenos crustáceos, larvas de mosquitos, entre outros. No áquário se alimentam com ração flocada e podem ser um alternativa para o controle de algas. Peixe extremamente resistente que pode ser mantido até em pH ligeiramente ácido.

Contribuído por Gabriel Jaya
Comentário

O nome "caudimaculatus" não estava fazendo sentido para mim pela foto, mas pesquisando na net dá para ver que a espécie se apresenta tanto com uma pinta só como na foto (em inglês falam One-Spot Livebearer) quanto com várias pintas salpicadas pelo corpo (Speckled Mosquitofish). A espécie é nativa do RJ para baixo, mas obviamente já foi introduzida não só no Brasil inteiro como no mundo todo, para controle de mosquitos.

Contribuído por Marcos Avila
Comentário

Vale frisar que os machos da espécie cercam as fêmeas e nadam para trás com grande desenvoltura, e nesse momento se observa com frequência que o gonopódio do peixe muda constantemente numa posição de 180°, porque eu não sei. Através das reproduções que acontecem nos meus lagos, só tenho exemplares do tipo meio cinza, nenhum com cor viva, pelo menos até o momento.

Contribuído por Tio Ayres
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Eu vim aqui para falar de minha experiência com estes simpáticos peixinhos. Tenho um sítio em Sambaetiba, distrito de Itaboraí, por onde passa um córrego denominado Córrego das Piabas, que além de muitas piabinhas, existe de forma numerosa jundiás, acarás e principalmente guarús que ficam sempre a nadar em grupos de tamanho variado, próximo às margens. Nota-se diferença significativa de tamanho entre machos e fêmeas, bem como em sua coloração, sendo a mancha na cauda das fêmeas mais bem definida que nos machos. Capturei alguns e estou reproduzindo-os em um de meus aquários.

Contribuído por Fernando Salgado
Comentário

Esse peixinho era encontrado, até há poucos anos nos riachos poluídos do Alto da Boa Vista e Brooklyn, na capital de São Paulo. Alimentava-se de tubifex e larvas. Decididamente não é o mesmo Peixe-Mosquito, pois possui apenas uma mancha, e aquele possui muitas, sendo bastante manchado, no caso de alguns exemplares. Talvez ainda exista na capital de SP.

Contribuído por Flavio Bonfá
Comentário

Capturei 10 destes peixinho em um riacho aqui próximo. Eles são super ativos e curiosos, adoram bisbilhotar por todo o aquário. Um fato que achei interessante foi vê-los literalmente pastando alguns pequenos focos de algas filamentosas que existiam no toco do meu aqua, foi só deixá-los 1 dia sem comida e desligar o filtro por alguns instantes que eles acabaram com as filamentosas do toco. Peixinhos muito simpáticos e interessantes.

Contribuído por Anderson Gouveia
Comentário

Esses guarus podem vir junto com porções de tetras usados como alimentação de peixes maiores. Ao adquirir alguns um ano atrás os separei para procriação, facilmente conseguida. Suas crias agora estão no meu aqua 200 L. De comportamento ativo, estão sempre atrás para comer algas, restos de ração e comida viva. Na minha experiência, são extremamente resistentes à mudança de pH e temperatura. Os machos tem seu gonopódio que gira em 180 graus durante o acasalamento e em richas com outros machos. Quando estão bem adaptados possuem coloração alaranjada, quando não, acinzentados.

Contribuído por Fernando Barletta

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